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O índice de Matérias-Primas Brutas apresentou variação de 1,33 por cento na segunda prévia de maio, ante 0,76 por cento no mês anterior. Os itens que mais contribuíram para este movimento foram minério de ferro (0,66 para 2,87 por cento), café em grão (-6,14 para -0,40 por cento) e mandioca (-7,66 para -3,29 por cento).
ALIMENTAÇÃO E VESTUÁRIO
Já o Índice de Preços ao Consumidor-Mercado (IPC-M) desacelerou a alta para 0,41 por cento, contra 0,52 por cento anteriormente.
As principais contribuições para o decréscimo da taxa do índice partiram dos grupos Alimentação (0,48 para 0,25 por cento) e Vestuário (0,96 para 0,26 por cento). Nestas classes de despesa destacaram-se os itens frutas (1,27 para -3,19 por cento) e roupas (1,42 para 0,22 por cento), respectivamente.
Também foram registrados decréscimos nas taxas de variação de outras quatro classes de despesa: Transportes (0,37 para 0,19 por cento), Habitação (0,55 para 0,39 por cento), Comunicação (0,07 para -0,25 por cento) e Educação, Leitura e Recreação (0,32 para 0,19 por cento).
O Índice Nacional de Custo da Construção-Mercado (INCC-M) registrou elevação de 0,81 por cento na segunda prévia de maio, ante alta de 0,82 por cento na segunda apuração de abril.
O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,38 por cento, ante 0,51 por cento no mês anterior.
O custo da Mão de Obra subiu 1,23 por cento na segunda prévia de maio, ante 1,13 por cento no mesmo período de abril.
Além de medir a evolução do nível de preços, o IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de energia elétrica e aluguel.
Nas últimas semanas, alguns indicadores de inflação deram sinais de aceleração, principalmente com a alta de 0,64 por cento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em abril, ante avanço de 0,21 por cento em março.
Na quinta-feira, a FGV divulgou ainda que o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) registrou elevação de 1,01 por cento em maio, após alta de 0,70 por cento em abril.
A equipe econômica vem rejeitando que a aceleração dos preços possa prejudicar o cumprimento da meta de inflação neste ano, de 4,5 por cento.
Buscando acelerar a atividade econômica ainda patinando no país, o governo anunciou medidas de estímulo, sendo as mais recentes no início de abril, num pacote de pouco mais de 60 bilhões de reais entre desonerações e nova injeção de capital no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Entretanto, sinais de desaceleração da atividade nos últimos dias já soaram o sinal de alerta, mostrando que o desempenho da economia no primeiro trimestre deste ano será ruim. Tanto é que a previsão inicial de expansão de 4,5 por cento do PIB foi descartada e as contas agora giram em torno de apenas 3,2 por cento.
(Reportagem de Camila Moreira)
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